Voltar

    Atestados Técnicos & Metodologia

    Como o Trace Hub se posiciona frente ao estudo comparativo da Academia de Forense Digital (2024). O mesmo pipeline anti-DNS-Poisoning é aplicado na Ata Notarial Digital (aba Jurídico) — tanto no Nível 1 (Captura Rápida) quanto no Nível 2 (Ata Completa) — gerando laudos com Integridade DNS, RDAP/DNS/TLS e checklist ISO 27037.

    Metodologia Anti-DNS-Poisoning

    O fator decisivo do estudo AFD foi o teste de DNS Poisoning. Eis como o Trace Hub o vence.

    1. Captura fora do PC do operador. O navegador headless roda em infraestrutura cloud isolada (Edge Function + provider externo). O DNS local, hosts file, proxy ou VPN do operador não influenciam a coleta.

    2. Validação cruzada via 3 fontes DoH (RFC 8484). Para cada captura, resolvemos o domínio em Google 8.8.8.8, Cloudflare 1.1.1.1 e Quad9 9.9.9.9. Se houver divergência (caso clássico de poisoning), o laudo destaca em vermelho.

    3. Ancoragem temporal independente. O hash SHA-256 é selado em OpenTimestamps (rede Bitcoin) e RFC 3161 (FreeTSA), tornando impossível pré-datar uma evidência fabricada.

    4. Verificação pública. Qualquer parte pode validar o hash em /verificar-evidencia.

    Jurisprudência STJ × Atendimento Trace Hub

    Como cada julgado recente do STJ sobre prova digital é atendido pelas ferramentas de coleta primária do Trace Hub (Ata Notarial Digital, Trace Capture, WhatsApp Forensic Wizard, Captura Seletiva, Gravação de Tela, Link de Captura).

    STJ · HC 1.036.370 (Set/2025, Min. Joel Ilan Paciornik)

    O STJ exige
    Integridade da prova digital demonstrada pelo Estado, não presumida.
    Trace Hub atende
    Hash SHA-256 gerado na origem + selo OriginStamp multi-chain (BTC/ETH/IPFS) + RFC 3161 FreeTSA. Verificação pública em /verificar-evidencia.

    STJ · AgRg HC 943.895/PR (5ª Turma, 2025)

    O STJ exige
    Policial não pode acessar o dispositivo antes da perícia oficial — quebra de cadeia.
    Trace Hub atende
    Banner StjComplianceBanner em todas as ferramentas de coleta deixa explícito o limite CPP 158-A. Ferramentas voltadas a fonte aberta, vítima/testemunha ou aquisição forense com PIN conhecida + ADB read-only.

    STJ · HC 1.069.334

    O STJ exige
    Desentranhamento de prints sem hash, metadados e documentação de origem.
    Trace Hub atende
    Toda captura registra IP, User-Agent, dispositivo, EXIF, timestamps UTC. PDF carrega tabela "Conformidade STJ" + QR para verificação.

    STJ · AgRg HC 828.054/RN

    O STJ exige
    Prova digital "facilmente alterável" exige rastreabilidade reforçada.
    Trace Hub atende
    Cadeia Merkle (CustodyChain) encadeia hashes em ordem cronológica; qualquer inserção/edição quebra a raiz.

    STJ · AgRg EDcl AREsp 2.342.908/MG (Min. Ribeiro Dantas)

    O STJ exige
    Print de WhatsApp sem cadeia = inidôneo.
    Trace Hub atende
    WhatsApp Forensic Wizard cobre print/áudio/vídeo/export com validador Opus/OGG e cadeia hash encadeada por step. Laudo PDF consolidado.

    CPP art. 158-A a 158-F (Lei 13.964/19)

    O STJ exige
    Reconhecimento, coleta, acondicionamento, transporte, recebimento, processamento, armazenamento e descarte.
    Trace Hub atende
    Cada etapa documentada na seção V do laudo padronizado (ISO/IEC 27037:2012, Partes I-VI).

    Critérios da pesquisa AFD × Trace Hub

    Isolamento da coleta (anti-DNS-Poisoning / MITM)

    Estudo AFD
    Apenas Verifact passou no teste de DNS Poisoning da pesquisa AFD 2024.
    Trace Hub
    Captura via Edge Function + navegador headless remoto. Resolução DNS validada por 3 fontes DoH independentes (Google · Cloudflare · Quad9). Divergência entre resolvers gera alerta vermelho no laudo.

    Riqueza de metadados (RDAP / DNS / SSL)

    Estudo AFD
    Verifact: alta. DataCertify: moderada. OriginalMy: baixa.
    Trace Hub
    RDAP (registrante, nameservers, datas), registros DNS A/AAAA/MX/NS/TXT/CAA, certificado TLS (emissor, validade, serial, SAN), cabeçalhos HTTP de origem, Open Graph e HTML cru com hash próprio.

    Hash e carimbo de tempo

    Estudo AFD
    SHA-512 + ICP-Brasil (Verifact). OriginalMy não declara algoritmo.
    Trace Hub
    SHA-256 (FIPS 180-4) sobre cadeia canônica URL+IP+UA+timestamp+screenshot+HTML. Ancoragem automática em OpenTimestamps (Bitcoin) + RFC 3161 (FreeTSA).

    ISO/IEC 27037:2012

    Estudo AFD
    Conformidade suficiente apenas em Verifact.
    Trace Hub
    Itens 5.4 (identificação), 5.5 (coleta), 5.6 (aquisição) e 5.7 (preservação) explicitamente atendidos no laudo.

    Cadeia de custódia (CPP art. 158-A a 158-F)

    Estudo AFD
    Suficiente apenas em Verifact.
    Trace Hub
    ID único de evidência, hash encadeado, logs de auditoria e pacote ZIP com manifesto SHA-256 + verificador offline.

    Pentest externo / Atestado de capacidade técnica

    Estudo AFD
    Apenas Verifact apresentou.
    Trace Hub
    Auditoria externa programada para Q3/2026. Até lá: código auditável (parcialmente open-source), verificador público em /verificar-evidencia e relatórios técnicos disponíveis para download.

    Documentos disponíveis

    📄 Dossiê de Conformidade AFD (PDF) — auditoria interna 6/7 critérios, com tabela comparativa e anexos.
    📄 Laudo real Ata Notarial — Nível 1 (Captura Rápida) · Laudo real Ata Notarial — Nível 2 (Completa) (ambos gerados contra a URL da AFD).
    Pentest externo: em contratação para Q3/2026. Até lá, todo código relevante de cadeia de custódia é auditável sob demanda mediante NDA.

    Última atualização: maio/2026 · Trace Hub